Oferta pioneira em Minas Gerais resgata idosos de volta à educação

Centro Educacional Aprendiz vem mudando o cenário de Barbacena e outras regiões do estado com a implementação da Educação de Jovens e Adultos na modalidade a distância

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC) mostram que em 2018, no Brasil, mais da metade da população adulta, com 25 anos ou mais, ou seja, 44,2 milhões de pessoas não tinham o ensino médio completo, e 11,8% dos jovens em idade escolar, equivalente a 1,1 milhão de pessoas foram excluídos dos bancos escolares.

É nessa realidade desafiadora que o Centro Educacional Aprendiz – CEA (foto) vem, há 4 anos, de forma pioneira, inovadora e inclusiva, mudando o cenário em Barbacena e outras regiões de Minas Gerais, com a implementação da oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade a distância.

O Centro Educacional Aprendiz tem promovido a inclusão social com a EJA-EaD, pois possibilitou a todos os indivíduos sem escolarização básica, buscar no seu tempo, onde estiver, o acesso ao estudo formal, investindo, assim, em sua eventual carreira e, principalmente, num futuro promissor como cidadão, protagonista e empreendedor da sua própria realidade.

Um dos polos do Centro Educacional Aprendiz que vem se destacando nessa iniciativa fica no município de Araxá. Nesse contexto de vanguarda numa parceria na prestação de um serviço que valoriza, de maneira direta, a experiência daquelas pessoas que não concluíram os seus estudos na época adequada, Araxá está realizando o projeto Viver Bem Araxá 60+, que abriu matrículas, totalmente gratuitas para a oferta da EJA-EaD às pessoas idosas com  60 anos ou mais. Segundo Welligton Martins, idealizador do projeto Viver Bem Araxá 60+, as matrículas já estão abertas, sendo possível, também, o ingresso por meio de reclassificação, conforme disposto em lei. Em continuidade aos argumentos do responsável pelo pólo para criação desse importante projeto, “no Brasil, em 2018, eram quase 6 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que equivale a uma taxa de analfabetismo de 18,6% para esse grupo etário”. Ele destaca, também, que “conscientemente, as ações pedagógicas não irão resolver todos os problemas que a velhice enfrenta na sociedade brasileira, mas é por meio dela que a conscientização sobre o processo de envelhecimento pode ocorrer. É, também, através da educação que se motiva o idoso e a sociedade para a aceitação, reconhecimento e valorização, dando-lhes motivos e dignidade para poder sonhar valorizando toda experiência de vida e maturidade.”

Independente da idade que a pessoa tenha, seja 20, 30, 40 anos ou mais, ter a possibilidade de retornar aos estudos, por meio de uma educação a distância, devolve a ela a garantia de um direito básico e inalienável à educação, pois destaca a crença do ser humano em aprender em qualquer idade, bastando-lhe somente a oportunidade da oferta adequada as suas necessidades.

Com essa iniciativa pioneira, o Centro Educacional Aprendiz procura estabelecer uma ponte entre a inclusão social por meio da educação e o incentivo através do suporte legal à participação do indivíduo, para que assim inclusão e educação coexistam harmoniosamente, acreditando e viabilizando a capacidade das pessoas em refazer suas caminhadas e, consequentemente, serem mais felizes, por meio da ampliação dos seus horizontes individuais.

Aprender é para sempre! Aprender é renovar-se!

(Fonte: CEA – Publicidade)

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